segunda-feira, abril 21, 2008

sexta-feira, abril 18, 2008

What´s Like The Weather Today?

It`s Still Raining... Like The Day Before.

quarta-feira, abril 16, 2008

...Que Carcére

O meu corpo pesa que nem chumbo quando o atiro para a cama_ Mergulho imediatamente no mais fundo abismo do sonho_ Este corpo, que se transformou num sarcófago com pegas de pedra, jaz perfeitamente imóvel, mas o sonhador evola-se dele como um vapor, para circumnavegar o mundo_ O sonhador procura em vão um molde e um formato que se adaptem à sua essência etérea_ Como um alfaiate celestial, prova corpo após corpo, mas assentam-lhe todos mal_ Por fim vê-se obrigado a regressar ao seu próprio corpo, a reassumir a forma de chumbo, a tornar-se prisioneiro da carne, a continuar a viver em tormento e tédio...

segunda-feira, abril 14, 2008

E esta... Hein !!!

"Gosto pelo flirt ou por relações amorosas a longo prazo está-nos escrito na cara". (fonte: Publico)
Pois é, ao que tudo indica existe já uma explicação cientifica que justifica, as ditas e inofensivas desculpas para um "pular fora da cerca" isto segundo um estudo britânico.
Assim reza a cuja desculpa "Simplesmente por olhar para a cara de alguém, pode saber logo se é mais propensa a ter relações sexuais esporádicas ou, pelo contrário, se procura uma relação a longo prazo - homens e mulheres procuram o oposto uns nos outros. Os traços faciais são, também, o espelho da alma sexual, diz uma investigação feita por cientistas de três universidades britânicas - Durham, Aberdeen e Saint Andrews."
"Os cientistas mostraram que os homens preferem, geralmente, as mulheres dispostas a ter relações sexuais esporádicas, enquanto as mulheres optam pelos homens que queiram empenhar-se numa relação mais duradoura."
"Este estudo demonstra que as pessoas são capazes de fazer este tipo de juízos instintivos para ter sexo. Temos um guia subconsciente - nem sempre exacto, mas razoavelmente preciso", disse à BBC Lynda Boothroyd, do Departamento de Psicologia da Universidade de Durham."
Pois bem, agora os ditos puladores, sempre têm com que argumentarem os seus affairs, de forma cientifica, é claro!

sexta-feira, abril 11, 2008


No meu caso deve-se, a "três pitas" sem contar com a "mascote" que tem a sua graça, coitada!!
A culpa, não será dela, mas sim de "coqueluches" que julgam que têm o mundo a seus pés...
São ensinadas para saberem estar (lançadas para o mundo), se o ilustre Heidegger fosse ainda vivo, concerteza, reformularia as suas e bem compostas teorias. Embora a ironia que se faça, também não seja propriamente delas, coitadas!!
Talvez seja uma fase, quiça... ou talvez esteja na moda, haver "cenas do tipo «dá me o telemovel, já» ou porque talvez estejam já fartas de tanta morangada", e decidiram investir noutro tipo de novela.
Enfim...só me deixam com insónia!!!

quinta-feira, abril 10, 2008

terça-feira, abril 08, 2008

segunda-feira, abril 07, 2008

sexta-feira, março 14, 2008

O Kant é que "ma puxa"...


Mas ainda mais por aquele que o (tenta) ensinar.

quinta-feira, março 13, 2008

Dicotomias da Ocupação

Já nem sei o que dizer, quanto mais pensar. Sim, isto da ocupação tem muito que se lhe diga, e tudo isto porquê? Bom, estar demasiadamente ocupado, não ter tempo de...para...etc.
Se reflectisse neste assunto, diria que era uma "cabala" como diria um conhecido meu, perpetrada à minha pessoa, ou então, partir para depressão, atingida pela paranóia da perseguição. Mas não!
Opto e optarei, que é a propria perseguição que me persegue, ao invés, do rótulo contrario. Mas ainda assim, hum.....não sei se terei tempo para optar.

terça-feira, março 11, 2008

segunda-feira, março 10, 2008

quinta-feira, março 06, 2008

Ocupação é tramada

Pois é, para uns a ocupação poderá ser tramada ou um empecilho. Mas se ela não existe, tambem poderá se tornar no mesmo, em que ficamos?
Hum...ficamos numa de "ando tão ocupado,não tenho tempo", ou "realmente lembrei-me de ti, sei que iria estar contigo,mas ando tão ocupado", ou "que chatice, não tenho mesmo tempo". Interessante,mas lamentável quando se espera um ano, para que nos digam o que têm por obrigação de o dizerem, de assumirem um compromisso.
Temos que (re)ler mais o Heidegger, para se ter uma noção mais precisa e infalivel do que é realmente estar "ocupado". È necessário para quem aplica o termo ocupação,saber o contexto que aplica,caso contrario, não passará mais que elementares desculpas, para assumirem um desleixo ingenuo, sim, neste caso, penso e creio, na teoria da "ingenuitate".

(acto I) (Não foi bem assim,mas foi parecido...e também não me convém ser muito realista)

(...) "infelizmente, vai nos abandonar..."
(...) "hum, parece que afinal,tudo acabou por se resolver, "quem espera,sempre alcança" (no pensamento)
(...) "não diga isso...se quiser eu venho, nem que seja para a decoração da sala"


(acto II)

(...) "então?! temos novidades?!"
(...) "nãoooooo...hum que chatice....ando tão ocupado.....não tenho tido tempo"
(...) "sabia que ia estar contigo, e não podia dizer te nada....hum.....que chatice"
(...) "não fique assim....eu espero...fique com o tempo e com a ocupação....que eu espero"
(...) "nãoooooo....ohhhh...que chatice"
(...) "beijinho bom....."

(acto III)

Brevemente

quarta-feira, março 05, 2008

Sentar me, parar e acender um cigarro, não me sentar, não fumar, pensar ou não pensar, respirar ou deixar de respirar, eram uma e a mesma coisa.
Processa-se tudo cegamente de acordo com as normas e ninguém chega a lado algum. Cambaleiam a entrar e a sair, e a subir e a descer, uns desaparecem como moscas e outros investem como mosquitos.
Na proxima vida serei uma abutre e alimentar-me-ei de carniça suculenta: empoleirar-me-ei no telhado dos edificios altos e mergulharei como uma bala assim que me cheirar a morte, e assobio uma musica alegre.

terça-feira, março 04, 2008

Gone baby Gone




Para se ter oportunidades na vida...tem que haver sacrificios! Mas até que ponto se pode ir? Qual será o seu limite vital e até mesmo ético, para marcar a diferença? Como sabemos que ao agir por bem, não estaremos a prejudicar o que é "correcto socialmente"? Teremos nós direito a 2ª oportunidades? Quando vemos que algo,não está bem...que direito temos ou não de intervir? Ficamos indiferentes, ou agimos em prol do que achamos que é o mais acertado de se fazer? E quem nos garante, do certo e errado?

Com o desenvolvimento e com a percussão que actualmente somos obrigados a enfrentar e assistir, não sei o que será mais correcto e errado . E quem vai saber?

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

Chamava-se Esperança ...

(...) mas além disso eu nada mais sabia. De pele escura, cabelos negros, olhos negríssimos; assim também os seus pensamentos, pateticamente nocturnos e preferentemente sepulcrais, pareciam nascer num ventoso crepúsculo de inverno entre as alas de ciprestes. Alma de outros tempos; alma dispersa entre excessivos corpos inimigos, inadaptada ao amor fisico, triste e taciturna, corrompida pelo romantismo e as más leituras; não havia razão alguma para que vivesse mais de trinta ou trinta e cinco anos.

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Iludir a expectativa de;

È o que significa Frustação. Hoje, este sentimento está entranhado em mim, temporariamente, é claro.Mas esta lá!
Iludirmos com a expectativa de algo, é simplesmente penoso, a ânsia com que se depara e perdura até algo contrário assim o dite, leva-nos a um estado de incompreensão, a um estado latente de insensatez. È conjunto de sensações que nos levam aos mais elevados pensamentos inconseguidos, falhados, pressão constante que permanecem indeterminados, quer na vida ou no tempo.
Obstáculos?! Provas constantes?! A quem? A nós mesmos ou a terceiros?! Sabemos ou não queremos saber?! Incógnitas ou refúgio?!
Não importa...e hoje não quero saber.
Apenas quero ser o "super-homem" não o mitico heroi que que salva os mais indefesos, mas sim o "super-homem" de Nietzsche em Zaratrusta.
Não se trata de pensar um homem que teria desenvolvido todas as suas capacidades em prol de constituir o "nec plus ultra"(Não ultrapassar Marcas existentes nos mapas marítimos antigos indicando os limites para a navegação.) da humanidade.
O conceito de "super-homem" não deve relacionar-se com um estádio terminal que sucederia a uma longa gestação. Devemos compreendê-lo mais como a exigência de uma fractura, de uma ruptura na história que deveria permitir a libertação de um poder criativo insuspeito. Trata-se de uma noção projectada para o futuro como um desafio, de um apelo a uma transgressão do humano através de um acto de auto-superação conforme à essência mais íntima da vontade de poder.
E basta!!!

terça-feira, fevereiro 26, 2008

FantasPorto 2008 - 28ª edição


Apesar da abertura oficial ter se realizado ontem (25 de fevereiro), o Fantasporto – Festival Internacional de Cinema do Porto está de volta. A 28ª edição volta a elevar a cidade do Porto a capital mundial do cinema. Em paralelo, o Fantasporto chega a várias salas de cinema do país, numa parceria com a Lusomundo.
Entre os dias 28 de Fevereiro e 5 de Março cidades como Gaia, Matosinhos, Coimbra, Viseu, Braga e Vila Real vão acolher ciclos e retrospectivas do Fantas.

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

And The Oscar Goes to...

(Photo by Lucy Nicholson/Reuters)

Assim foi na madrugada anterior, a cerimónia com mais "glamour" ou não. Teve como principais vencedores os irmãos Coen, ao arrecadarem 4 óscares.

"Este País não é para Velhos", a adaptação de um romance de Cormac McCarthy que conta a história de um negócio de droga que dá para o torto, no sul do Texas, venceu ainda a estatueta dourada para melhor guião adaptado e o espanhol Javier Bardem levou ainda para casa, pelo mesmo filme - no qual desempenha o papel de um psicopata de poucas falas - o Óscar de melhor actor secundário.

Quanto ao óscar de melhor actor e actriz, houve surpresas inesperadas, mas merecedoras. O prémio de melhor actor foi arrebatado pelo britânico Daniel Day-Lewis ("Haverá Sangue") e o de melhor actriz por Marion Cotillard ("La Vie en Rose"), a primeira francesa a ganhar um Óscar desde que Simone Signoret levou uma estatueta para casa, em 1960.

O Óscar de melhor actriz secundária foi entregue à também britânica Tilda Swinton ("Michael Clayton - Uma questão de consciência").

A curiosidade que sobressaiu neste enredo ou espectáculo, "made U.S.A" é que desde 1964 que os quatro principais prémios de interpretação não iam para as mãos de actores e actrizes não-americanos.